terça-feira, 25 de outubro de 2011

Biblioteca Escolar: "locais de aprendizagem vivos"

Porque é que as bibliotecas escolares são tão importantes hoje em dia?

(…) Se antigamente as atenções estavam viradas para o ensino centrado nos professores, hoje o ensino virado para o aluno, - interdisciplinar e participativo - do ensino das competências de leitura tornou-se cada vez mais importante. As bibliotecas escolares podem ser aqui essenciais, ajudando a preparar as crianças e os jovens para uma aprendizagem ao longo da vida, ensinando-lhes estratégias eficazes de pesquisa, avaliação e uso de informação e dos media.

O que espera para o futuro das bibliotecas escolares?

Consequência lógica do que disse, estratégias seguras e fidedignas onde as bibliotecas escolares se possam desenvolver enquanto locais de aprendizagem vivos para as nossas crianças e jovens – e que os professores gostem de usar para criar aulas variadas e inovadoras.

Qual a importância das bibliotecas escolares hoje em dia?

Se bem pensadas, podem ser muito importantes. Uma biblioteca escolar vive da e com a escola e tem de ser inserida conceptualmente no dia-a-dia escolar de forma a ser aceite. Pode ser mais do que uma “coleção de livros”, nomeadamente uma sala de aulas, um local para a aprendizagem individual e um espaço para trabalho criativo ou para relaxar no tempo livre. (…)

Excerto da entrevista a Birgit Lücke, agosto de 2010 (tradução de Teresa Laranjeiro), in http://avidasecretadoslivros.blogspot.com, 12 de Julho de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O Tó e a Biblioteca

Porque o ano lectivo já começou e a Biblioteca quer continuar a ser uma companheira nas horas de trabalho e de lazer, aqui fica a experiência do Tó para inspirar aqueles que ainda não A descobriram.


O Tó e a Biblioteca

O grande dia tinha finalmente chegado. Não pensei noutra coisa durante as férias, até as festas da vila me pareceram diferentes, não sei, era como se alguma coisa fosse mudar na minha vida… O dia anterior foi uma azáfama, não parei o dia todo, de um lado para o outro, a arrumar e a preparar o material para o dia seguinte. Até a mãe estranhou eu ter comido pouco ao almoço; quando era peixinhos da horta com arroz de tomate, eu pedia quase sempre para repetir! Então à noite quase nem jantei e até nem me importei de perder os “Morangos com açúcar” para me deitar às dez em ponto. O corpo não queria dormir mas o motivo era sério e o cérebro venceu, tinha de ser!
Sonhei com um grande autocarro azul cheio de mochilas e livros que falavam entre si de assuntos em que pareciam muito entendidos. De vez em quando o autocarro parava e lá entravam mais livros e mochilas que se sentavam e se punham à conversa. Até que o autocarro parou à frente de um grande portão verde com uma placa que dizia “Escola EB 2,3”.
Quando me preparava para espreitar pelo portão, TRIMMM! Acordei estremunhado e dei-me conta que era hora de levantar: o meu primeiro dia na Escola grande tinha finalmente chegado!
Já antes ouvira falar muito desta escola, coisas que diziam os mais crescidos, e estava um bocadinho receoso. Mas apareceu o Pedro e fomos ao encontro dos nossos amigos que, tal como nós, iam para esta escola pela primeira vez.
Havia muitas coisas diferentes, mas depressa me habituei a esta nova vida. Não foi fácil no início, eram muitos os colegas, os professores, os funcionários, as salas, corredores todos iguais que não tinham fim... Mas houve um sítio da escola que me deixou curioso desde o primeiro dia em que a DT mostrou a Escola à turma: foi a biblioteca.
A única biblioteca que eu conhecia era a da minha escola primária, com estantes cheias de livros quase todos iguais que eu achava que ninguém lia, a não ser aqueles coloridos que estavam junto à mesa da D. Cassilda, a funcionária que ficava a tomar conta dos meninos quando se portavam mal. Mas esta biblioteca era maior, muito maior! Entrava-se por uma porta grande, toda de vidro, e tinha estantes com muitos livros, alguns iguais, outros diferentes, de vários tamanhos. E também tinha filmes, computadores e até duas televisões. Fiquei confuso, não percebi porque havia tantas coisas na Biblioteca e porque é que quem lá estava fazia coisas tão diferentes e desarrumava os livros todos.
A professora Marta, a DT como lhe chamávamos (talvez por mandar mais que os outros professores, penso eu) disse que podíamos ler os livros da biblioteca, ver filmes, ouvir música e também ir para os computadores. A mim pareceu-me confusão a mais e decidi que era lugar onde não iria perder muito tempo. Só uns tempos mais tarde me apercebi que estava enganado.
Um dia a professora Marta entrou na sala mas não se sentou, como era costume, para fazer a chamada por ordem alfabética. Fê-la mesmo de pé e informou a turma que naquele dia a aula ia ser diferente: íamos visitar a biblioteca. O Zé Francisco olhou para mim como que a perguntar “Fazer o quê?” e eu encolhi os ombros pois não fazia a mínima ideia. Levantámo-nos em silêncio e lá fomos nós para a biblioteca.
Estava uma senhora à porta que nos deu os bons dias e disse que era a professora Fátima. Foi ela que então nos explicou, já lá dentro, as coisas que nós podíamos ali fazer. E eram muitas.
Começámos por um balcão, que era a zona de atendimento, onde estava a D. Margarida e o Sr. José e onde costumava estar também a professora Fátima. Esta disse-nos que eles eram assistentes operacionais, fosse lá o que isso fosse. O importante era que quando precisássemos de alguma coisa era a eles ou a ela que devíamos pedir.
A zona de leitura informal era onde podíamos ler, muito bem sentados num sofá, revistas, jornais, bandas desenhadas e outras coisas que lá havia, e não tínhamos de pedir autorização. Gostei desta zona, era num cantinho junto à janela e os sofás deviam ser fofos. E estava lá a Quero Saber, uma revista espectacular que o Nuno às vezes me emprestava.
Mesmo ao lado havia mais sofás mas com televisão e uma estante cheia de filmes e de CD de música, era a zona de áudio e vídeo. Sem a professora dar conta abri a caixa do Astérix mas não tinha o filme dentro. Não disse nada mas a professora Fátima explicou depois que quando quiséssemos ouvir música ou ver um filme deveríamos pegar na caixa que estava vazia, levá-la ao balcão ou zona de atendimento e pedi-los lá. Com o filme ou o CD davam-nos uns fones que eram para não incomodarmos mais ninguém quando estivéssemos a ouvir música ou a ver o filme.
Quando quiséssemos estudar sozinhos ou ler em silêncio, devíamos escolher a zona de consulta de documentos ou de leitura. Tinha janelas de um lado e estantes com muitos livros do outro; no meio havia mesas e cadeiras para nos sentarmos. Achei estranho cada estante ter por cima números e nomes de cores diferentes; a que estava mais perto de mim dizia 5 – Ciências Naturais e a que estava em frente dizia 1 – Filosofia. Havia estantes com números de 1 a 9 com nomes todos diferentes e uma com 0 – Generalidades, onde estavam dicionários e outros livros muito grossos. A professora Fátima contou-nos que antigamente as bibliotecas só serviam para guardar livros mas agora existem para as pessoas utilizarem esses livros e as coisas que lá há. Por isso foi preciso separar tudo o que havia nas bibliotecas por temas para se poder encontrar facilmente o que se quisesse. E um senhor, de quem já não me lembro o nome, inventou 10 temas que numerou de 0 a 10, assim, se quisermos um livro que fale do corpo humano já sabemos que temos de procurar na estante número 5 – Ciências Naturais mas se quisermos um que fale de tudo um pouco, como é o caso dos dicionários, devemos ir à estante 0 – Generalidades. Se eu soubesse isto tinha cá vindo ver o que era um anfíbio, escusava de ter perguntado ao crânio da turma e dar-lhe o prazer de se sentir o mais inteligente.
Se precisássemos de fazer um trabalho de grupo ou estudar para os testes a fazer perguntas uns aos outros, era na zona de trabalho de grupo que devíamos estar, que tinha mesas rectangulares e redondas com dois ou mais lugares.
Quando se entra na biblioteca, do lado direito, é a zona de exposições e serve principalmente para pôr os trabalhos que fazemos nas aulas. Não fiquei a perceber se eram todos os trabalhos ou só alguns. Espero que sejam só os mais bonitos porque não sou nada bom a desenhar, ia ficar envergonhado se toda a gente visse os meus desenhos. Também estava aí um computador, era para pôr os trabalhos feitos a computador ou então mostrar coisas relacionadas com as exposições.
Seguindo em frente, encontrámos muitos computadores, era a zona multimédia. Fiquei encantado porque tinham internet, combinei logo com o Zé para virmos jogar na quarta-feira à tarde, depois do Clube de música. Mas, nem de propósito, ouvi a professora Fátima a dizer que aqueles computadores estavam numa biblioteca e não podiam ser utilizados para ver o que nos apetecesse. Já estava a ver os meus planos de quarta-feira estragados. Podíamos fazer trabalhos de pesquisa, que quer dizer procurar as informações para pôr nos trabalhos, podíamos fazer os trabalhos, mas jogar, só jogos didácticos. Não sabia muito bem o que eram jogos didácticos mas deviam ser daqueles de pôr as letras que faltam para formar palavras ou que fazem perguntas sobre matemática e no fim aparece “parabéns!” quando acertamos. Ou seja, nada de interessante. Mas a professora Fátima abriu a internet e escreveu qualquer coisa que eu não consegui ler e apareceu um jogo de uma galinha que tinha de atravessar uma rua onde passavam muitos carros; estava muito giro! Era um site que se chamava seguranet.pt e que dava conselhos para nós utilizarmos bem a internet. A seguir escreveu Plano Nacional de Leitura e clicou numa coisa que andava à roda e tinha escrito “Livros digitais”. Fiquei pasmado! Era como se fosse um livro mas no computador, podíamos ler, podíamos ouvir a história, e para mudar de página bastava clicar num cantinho e a folha virava! Afinal os planos para quarta-feira mantiveram-se.
Voltámos à zona de atendimento, que era onde podíamos marcar hora para o computador. Mesmo ao lado do balcão estava a inforteca. Eu já tinha visto isso mas não percebi o que era. Afinal a inforteca era o computador que estava mesmo por baixo da cartolina da parede que dizia inforteca, onde se lia: catálogo, fotografias das actividades, trabalhos, blogue da biblioteca, concursos … Ficámos a saber que podíamos tirar para a nossa pen as fotografias das actividades em que participássemos, que podíamos ver trabalhos dos nossos colegas, que podíamos ver concursos interessantes para nós, que podíamos ir ao blogue da Biblioteca, que podíamos consultar o catálogo… Não sabia bem o que era o blogue e muito menos o catálogo. Não era o único, a Maria também não sabia e perguntou primeiro. Afinal o blogue estava na internet e se escrevêssemos Biblioteca Escolar de S. João da Pesqueira conseguíamos vê-lo, já o catálogo era uma coisa mais complicada. Mas como a Maria também queria saber o que era, a professora Fátima relembrou a classificação dos livros por temas ou classes, de 0 a 9 e perguntou ao Miguel, que estava a puxar discretamente o cabelo da Ana Rita, o que faria se tivesse de procurar um livro que falasse de filósofos no meio de cem, sem a ajuda de ninguém. O Miguel foi sincero: “Ia-me embora que tinha mais o que fazer!”. A professora Fátima explicou então que por isso é que se fazem os catálogos, para ajudar a encontrar aquilo que procuramos.
Para se construir o catálogo era preciso pegar nos livros um a um e preencher no computador coisas como o título, o autor, a editora, o IS… qualquer coisa, que é um número que cada livro tem, o assunto do livro e outras coisas que a professora falou mas de que já não me lembro. E como por magia, quando consultássemos o catálogo no computador, bastava escrever o nome dos livros ou o autor e apareciam essas coisas todas e outra coisa muito importante, o lugar do livro na estante. Assim era fácil encontrar um livro no meio de mil, quanto mais de cem!
A professora Fátima pediu depois para nos virarmos para um quadro alto com anúncios de concursos e actividades da biblioteca. Disse-nos que ali estavam as principais novidades da biblioteca e outras coisas que nos interessavam.
Mas a Maria, curiosa como sempre, quis saber o que era aquilo com umas fitas que estava numa caixa em cima do balcão. Eram os cartões dos Biblioamigos, os amigos da biblioteca. Sempre que ajudavam nas tarefas ou actividades da biblioteca os membros do Clube tinham de usar aquele cartão com o seu nome e fotografia. E a Maria, claro está, perguntou logo se também podia ser amiga da biblioteca. A professora Fátima disse que sim mas que pensasse bem porque tinha de se portar bem, estudar, apoiar os colegas e ajudar no trabalho que havia na biblioteca. E disse-nos que a biblioteca tinha ainda outro Clube.
O Clube Pim, Pam, Lê! era mais para quem gostasse de ler. O Rafael mostrou-se interessado, queria saber o que era preciso para fazer parte. A professora Fátima respondeu-lhe que depois de se inscrever, só tinha de lhe ir dizendo o que achava dos livros que fosse lendo para publicar a opinião dele no blogue. Como o Rafael lia muito, logo decidiu inscrever-se.
A seguir a estas explicações a professora Fátima pediu-nos para nos juntarmos todos à volta dela e contou-nos que a biblioteca existia para todas as pessoas que estavam na escola e também para os nossos pais, se quisessem lá ir ou ler os livros da biblioteca; que devíamos frequentá-la muitas vezes, para estudar, para trabalhar ou para passar os tempos livres, a ler ou a jogar. Disse-nos para pedirmos ajuda sempre que tivéssemos dúvidas e para nos lembrarmos que a biblioteca existe para ajudar as pessoas a aprender mais e melhor, a saber mais coisas sobre o mundo e sobre elas próprias, a estar bem consigo mesmas e com os outros.
A minha barriga já estava a dar horas, devia estar quase na hora de almoço. Nem dei conta do tempo passar! E assim era porque daí a pouco tempo tocou para sair.
Aquele foi o segundo dia de muitos dias que fui à biblioteca nesse ano, ler, estudar, jogar, fazer trabalhos, ver exposições, participar em actividades. De sítio confuso, a biblioteca passou a ser para mim um lugar muito especial que me ajudou e ajudará a ser bom aluno e a crescer.

Autora do texto: Fátima Macedo Rodrigues (professora bibliotecária/coordenadora da Biblioteca)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Concurso "Devorador de livros"

    Lançado no 1º Encontro de Leitores do Clube de leitura Pim Pam Lê, o concurso Devorador de livros pretende ser um maratona de leitura para quem gosta muito muito de ler ou queira começar a gostar.
    Se és aluno do Agrupamento de Escolas de S. João da Pesqueira, CONCORRE!





quarta-feira, 30 de março de 2011

BIBLIOAMIGOS: o Clube dos Amigos da Biblioteca

     
      Desde o passado ano lectivo que a Biblioteca tem Amigos. Os BiblioAmigos podem ser alunos do Agrupamento, de qualquer nível de ensino, que estejam dispostos a colaborar nas actividades da Biblioteca. É muito importante o seu trabalho pois ajudam a Biblioteca a funcionar melhor e a ficar mais bonita.
      Este ano a Biblioteca conta com cerca de 50 Amigos e a novidade é o uso de um cartão que os identifica quando estão a trabalhar.


     Por cada ano que desenvolvem um bom trabalho, ganham uma estrela, que lhes permite ter algumas vantagens relativamente aos colegas.

      A Biblioteca agradece a todos o bom trabalho que têm feito.

Clube de Leitura - Pim Pam Lê!

      
    Título: A Lenda de Despereaux



      Autor: Kate DiCamillo

      Editora: GAILIVRO


        Naquele dia, nasce nas muralhas de um castelo o ratinho mais pequenino mas com as maiores orelhas que alguma vez se vira: Despereaux. Conta a lenda que Desperaux era diferente de todos os outros ratos e por isso gostava de ouvir música e ler histórias. Acontece que, um dia, Desperaux apaixona-se pela princesa Ervilha. Obrigado a viver nas masmorras por se recusar a ser como todos os outros ratos e aterrorizado pelo medo de ser devorado pelas ratazanas, Desperaux vem a descobrir uma conspiração para matar a sua amada.
        A ratazana Roscuro, que vive na escuridão mas anseia pela luz, e a criada Miggery Sow, pouco inteligente mas desejosa de ser princesa, tentam em conjunto acabar com a vida daquela que parecia impedi-los de concretizar as suas ambições.
        É então que Despereaux se envolve corajosamente na demanda que o destino lhe reservara: salvar a dona do seu coração! Será ele capaz?
        Desafio-te a partires à descoberta da lenda de um “herói inesperado e com orelhas muito grandes.”
        Estou certa de que vais ser agradavelmente surpreendido!  


        Leitora: Sofia Zabumba

Clube de Leitura PIM PAM LÊ



      O Clube Leituras é um clube promovido pela Biblioteca Escolar desde o passado ano lectivo e tem como objectivo a promoção da leitura. Este ano, por sugestão de um grupo de alunas do 7º ano durante o 1º Encontro de leitores promovido pela BE, o Clube Leituras passou a chamar-se Clube de leitura Pim Pam Lê! 
      Podem fazer parte dele todos os alunos do Agrupamento, professores, auxiliares da acção educativa e pais e encarregados de educação.
      Para fazer parte do Clube basta fazer a inscrição junto da professora bibliotecária e  falar sempre com ela quando ler um livro de que tenha gostado. E porque o objectivo é promover a leitura, O livro será exposto na Biblioteca e na secção do blogue da Biblioteca Escolar destinada ao Clube será publicado um pequeno texto acerca do livro. Pretende-se desta forma incentivar a leitura.
  
      Não hesite, venha fazer parte do Pim Pam Lê!

SEMANA DA LEITURA: Escrever um livro


   A actividade Escrever um livro decorreu na Biblioteca  e destinou-se a todos os alunos do 5º ano de escolaridade. O objectivo foi motivar para a leitura e para a escrita, promovendo o respeito pelos direitos de autor.
      A actividade foi dinamizada pela professora bibliotecária e teve inicio com uma conversa acerca da leitura, na qual se salientou o Plano Nacional de Leitura e a importância da leitura para a aprendizagem, para o lazer e para a formação pessoal.
      Mas como para ler é preciso, antes, alguém escrever, a professora bibliotecária abordou a questão da autoria e da sua protecção pelos Direitos de Autor, salientando a necessidade e o dever de todos respeitarmos a obra e o autor que a criou. Alertou por isso para a necessidade de serem identficadas as fontes de informação sempre que os alunos realizam trabalhos de pesquisa.


      E como a prática ajuda a entender a teoria, de seguida todos os alunos construíram um pequeno livro e transformaram-se em escritores e ilustradores. Deram largas à sua imaginação e foi com muito entusiasmo que iniciaram uma história, uma ilustração, um diário, um poema ...

            

terça-feira, 29 de março de 2011

SEMANA DA LEITURA: Leitura de livros digitais


      Ler no ecrã já não é propriamente uma novidade, mas nem todos o sabem fazer ou não estão habituados a isso.
      No âmbito da formação de utilizador proporcionada pela Biblioteca Escolar em parceria com o Clube de Informática, realizou-se na Semana da Leitura uma sessão sobre a leitura de livros digitais. A professora Sandra, do Clube de Informática, explicou como se faz para ler um livro digital e a professora Fátima, professora biblotecária, sugeriu algumas bibliotecas digitais a visitar.
      Os alunos deliciaram-se com as descobertas que fizeram.

SEMANA DA LEITURA: Apresentação do livro de poemas "Faça lá um poema!"

      "Faça lá um poema!" é a compilação dos poemas apresentados no concurso com o mesmo nome, a prova da criatividade e habilidade dos nossos alunos.

      Aqui ficam alguns:

 
A vida

Se a vida algum dia fosse…
A vida nunca foi fácil,
Basta olhar para o passado de alguém,
É pena nunca ter sido dócil
Raro é quando a tristeza a detém.
Oiço coisas que na minha cabeça não conseguem encaixar
Umas pessoas de coração mole, que já não têm força para se livrar
De vilões que nos fazem sangrar,
Ir para além da dor
Urge a manhã, que me obriga a levantar
Mas não desisto, continuo sempre a lutar!
Não consigo entender…
Andam pessoas a lutar,
Os corações a desvanecer
CAI O MEU CORAÇÃO POR MAR.

Daniela - 8º ano

A minha pantera

É preta, tem riscas castanhas
Que brilham quando está sol
Tem olhos castanhos
Que brilham na noite escura
Gosta muito de brincar e passear,
Quando me vê salta de alegria
Olha para mim a pedir para brincar.

Mas o melhor de tudo é que ela não é uma pantera Mas sim uma cadela.             

Albino - 5ºano

Acróstico

Rio maravilhoso
Importante tu és
O rio que vai desaguar ao mar                                                                                                  
                                                                                                                    
Douro belo Douro
O melhor do mundo
Um rio fantástico melhor
Rio não há
O melhor rio é o Douro.

António - 4º ano

A alegria anda no ar

A alegria anda no ar
As festas festejar
Porque é preciso sonhar
O olhar para o céu ao pôr-do-sol
E a lesma a andar com o caracol em cima do girassol.

Beatriz 4º ano

Sonhar/Acordar

Sonhar é preciso
O sonhar dá alegria
No ar há pássaros a voar
Hoje está um maravilhoso
A felicidade anda nu ar
Rir para festejar

A fantasia
Com o sol o nascer 
O sol a brilhar
Rir de emoção
Dá sorte ir nadar
A pensar no coração
Rir cantar e dançar

Beatriz - 4º ano

ESTA SEDE DE INFINITO

Esta sede de infinito
Que não te sei explicar
Só sei que não faz sentido
A palavra amar.

O coração congelou
Porque alguém o trancou
Com a chave dourada
Que nunca mais será encontrada.

O tesouro desconhecido
Que por lá ficou
Ali se manteve
Até que alguém o despertou.

Marjolene - 11º ano


O amor

O amor
É difícil de explicar
Só sei dizer
O que é amar…

Amar
É gostar de alguém,
Não ouvir o que os outros dizem
É estar além!

O amor
Por vezes é uma ilusão,
Não te deixes enganar
Com tal atracção!

Amar
É acreditar que há magia
E que nas pessoas
Há algo mais para além da simpatia

A falar deste jeito
Até parece que tenho alguém para amar.
Quem me dera!
Mas eu não me deixo enganar…
 
Vanda Elias - 7º ano

                        A amizade

No Mundo
A amizade prevalece
É um poço de alegrias sem fundo
É algo que não se esquece

Um amigo
É um tesouro que se merece
Tem que estar sempre contigo
Quando o momento arrefece

A amizade
É uma segunda mãe
A quem se conta a verdade
Que não se diz a mais ninguém

Para quê explicar
O que não se explica?
Mais vale experimentar
Pois um amigo sempre fica

Fica para toda a vida
Fica como um lembrete da escola
Fica como uma memória querida
Colada com super cola

Por fim
A amizade é inexplicável
Pelo menos para mim
É um sentimento inigualável

Eduarda Rebelo
7º ano 


SEMANA DA LEITURA: Exposição "As melhores cartas para proteger a floresta"


  
      Porque a floresta é um bem precioso, a professora Elisabete e os seus alunos do 7º C e D e do 8º C relembraram que a carta continua a ser uma boa forma das pessoas comunicarem e escreveram de árvore para árvore ...

SEMANA DA LEITURA: A leitura vai às salas

     
      A leitura foi às salas pela voz da professora Luciana e do professor Miguel. Declamaram-se essencialmente  poemas, pois afinal também foi a semana da poesia.

      Alunos e professores foram convidados a participar na leitura e surpreenderam...



      Por sugestão da professora bibliotecária, foram escolhidos poemas dos livros Herbário, da editora Assírio & Alvim, Poemas da Mentira e da Verdade, da editora Livros Horizonte, e Jogos, Versos e Redacções, da Editorial Presença.

SEMANA DA LEITURA: Leitura - Energia - Floresta

      Leitura - Energia - Floresta  foi o tema dos trabalhos elaborados no âmbito do concurso "O cartaz da minha escola" e que a Biblioteca expôs.

      A leitura pode contribuir e muito para a sustentabilidade do Planeta. A informação que obtemos através da leitura  permite-nos saber o que devemos fazer e não fazer para viver melhor no planeta que habitamos.

      A este respeito, destacamos o livro Guia do jovem consumidor ecológico, da editora Gradiva e aconselhado pelo Plano nacional de Leitura,  que foi  mais consultado para a realização dos trabalhos.





segunda-feira, 28 de março de 2011

SEMANA DA LEITURA: Encontro de Leitores

  
      O 1º Encontro do Clube Leituras aconteceu na tarde do dia 23 na Biblioteca. Ao Clube Leituras, que a Biblioteca promove desde o passado ano lectivo, juntou-se o Clube Pim Pam Lê, uma proposta de algumas leitoras do 7º ano de escolaridade. Professores e alunos falaram do seus livros preferidos e de outros que andam a ler. Expuseram-se os livros que a Biblioteca adquiriu mais recentemente e trocaram-se ideias acerca deles.
       Foi ainda lançado o concurso "Devorador de Livros", proposta do Clube Pim Pam Lê.
       Uma boa conversa à volta dos livros que foi animada pelo Clube de Música.
 

SEMANA DA LEITURA: Música e Poesia

     
     Desde sempre ligadas, a música e a poesia fazem parte das nossas vidas.
    A partir do poema "Plantar uma Floresta" de Luísa Ducla Soares e contando com a mestria do professor Zé Tó Ribeiro, autor da música, a equipa da BE pôs todo o Agrupamento a cantar!
     CANTE CONNOSCO! 


video

   

SEMANA DA LEITURA: Árvores de encantar


      Os alunos da Educação Pré-escolar comemoraram a Semana da Leitura com a construção de um livro muito especial, com árvores de encantar e mensagens acerca da sua importância para o Planeta. Foram muitos  os materiais utilizados e o efeito foi lindíssimo. 
    
      Parabéns aos artistas!

















SEMANA DA LEITURA: "Vamos ajudar a Primavera!"

         




        Vamos ajudar a Primavera! foi o desafio lançado aos alunos para vestir as árvores de verde, mas com folhas cheias de poemas acerca das árvores, das plantas e da natureza. 
      A equipa da BE seleccionou os livros de poemas sobre estas temáticas para aqueles alunos menos inspirados. As árvores, essas, desta vez foram especiais, construídas pelos alunos no âmbito do Programa Eco-escolas.  

As árvores:  







As folhas:











domingo, 27 de março de 2011

Plantar árvores para garantir o futuro

     Dia Mundial da Floresta
      21 de Março

      O Dia Mundial da Floresta foi comemorado com a plantação de árvores. No espaço envolvente da escola sede do Agrupamento, alunos e professores plantaram árvores  no âmbito do Programa Eco-escolas. A BE fez a reportagem.    

     O quadro da imagem que se segue foi ideia da professora Isaura e obra dos alunos do 5º ano de escolaridade com a ajuda das professoras Isaura, Sara e Adelaide. A professora Fátima e as alunas Ana Claro e Sónia Pereira deram os retoques finais.
      Clica na imagem